O valor do seguro dos carros mais vendidos do Brasil em agosto:


A Minuto Seguros, uma das principais corretoras de seguro do país e líder no segmento de seguros online, acaba de realizar um estudo com base na lista divulgada pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) com os carros mais vendidos no Brasil em agosto. O Onix, da Chevrolet, teve o seu melhor mês de venda em, pelo menos, mais de 12 meses: foram 21.763 unidades comercializadas, cerca de 29% a mais comparativamente a julho, quando teve 16.856.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, o Onix aumentou as suas vendas em 17,5%, quando teve mais de 18 mil carros emplacados. Outra boa notícia para a Chevrolet foi que o Prisma se manteve na lista dos mais vendidos, ocupando agora a oitava colocação, com 6.119, quase 22% a mais que o mês de julho quando teve 5.016 vendas.

 

HB20, após perder a vice-liderança para o Ford KA, retomou a segunda posição e manteve o crescimento dos últimos meses: saiu de 8.292 em maio, passou para 9.214 em julho e atingiu 10.589 em agosto. Os crescimentos percentualmente foram de 11% e 14%, respectivamente. Já foram mais de 70 mil unidades vendidas em 2018, mas longe ainda do líder Onix, que está próximo das 130 mil vendas.

O terceiro colocado em vendas no mês de agosto e o terceiro carro mais vendido do Brasil, o KA também teve um crescimento de cerca de 6%, mas não pode segurar a forte linha de crescimento do HB20. Em 2018, o Ford KA já comercializou 67.938 unidades. Em comparação com o mesmo período do ano passado, o Ford KA apresentou um importante crescimento de 32%, quando teve 7.631.
 

Consolidando-se entre os carros mais vendidos do Brasil, ArgoKwidNovo Polo voltaram a marcar presença na lista com a 7ª, 6ª e 5ª posição, respectivamente. O Novo Polo, por mais um mês, teve um crescimento nas vendas de 12% (saiu de 5.828 e foi para 6.544 carros vendidos).  Argo e o Kwid também apresentaram crescimento nas vendas, passando de 5.476 e 5.203, para 6.166 e 6.273 veículos emplacados.

O crescimento nas vendas da maioria dos veículos se dá pela quantidade total comercializada: em agosto de 2018 o top 10 carros vendidos atingiu a marca de 85.277 contra 73.416 de julho, ou seja, mais de 10 mil unidades.

Outro ponto interessante no ranking dos mais vendidos foi a saída do Corolla e a entrada de mais um SUV, dessa vez, O Creta, da Hyundai, que ficou na 10ª posição com 5.277 vendas, 24% maior do que as vendas de julho. Já o Corolla, que no mês de julho teve 4.364 carros vendidos, apresentou um aumento para 5.238, mas mesmo assim não consegui figurar entre os 10 mais.
 

Valor do seguro dos carros mais vendidos do Brasil em agosto

Para realizar o estudo, a Minuto Seguros considerou como perfil um condutor homem, de 35 anos e casado. Foram avaliados os preços dos seguros nas capitais de cinco estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Espírito Santo e Bahia.

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Dentro do perfil mencionado, o preço do seguro para o Kwid é o que apresenta a menor diferença entre as capitais cotadas. O valor mais alto está no Rio de Janeiro com R$2.233 e o menor em Florianópolis por R$1.469, uma distância de R$764. No contraponto de diferença de valores, o Compass possui a maior diferença entre estados: R$6.265. A mais alta também no Rio de Janeiro, R$ 8.869, a menor Florianópolis, com R$2.604. Florianópolis é a cidade com seguro mais barato para 90% dos carros analisados – apenas o Creta não entra nessa conta. Por outro lado, o Rio de Janeiro é o local que apresenta os preços mais caros para 100% dos veículos.

carros mais vendidos

FONTE: Minuto seguros
 

                                       Tecnologias e conceitos que parecem novos, mas são bem velhinhos...

Farol direcional:

Desde os anos 20 há faróis que seguem a direção. Antes, era usado um farol central para isso, como no Tatra T87  dos anos 30, ou no Tucker 1948. A partir do Citroën DS de 1967, os dois faróis tradicionais passaram a embutir essa antiga função.

Cinto de 3 pontos:

Por ser um item de segurança, nem impressiona que tenha sido criação da Volvo. Isso em 1959. Até hoje seu projetista, Nils Bohlin (que veio da indústria aeronáutica) é lembrado por isso. O compacto PV 544 foi o primeiro a adotá-lo. A partir dos anos 80, passou a vir também no banco traseiro.

Utilitários superesportivos:

Quando a Porsche lançou o Cayenne, pareceu uma heresia dos novos tempos. Mas não pense que ela foi a primeira marca de esportivos a criar um off-road. Em 1986, a Lamborghini já fazia o brucutu LM002 – ao menos não lhe faltava o típico V12 dos Lambo. Hoje, só a Ferrari parece imune à moda. Até mesmo a Lambo está preparando novamente o seu, batizado de Urus.

Câmbio CVT:

Por aqui coube ao Honda Fit lançar a transmissão continuamente variável em 2003. Porém é velho conhecido dos europeus: a Daimler-Benz patenteou um conceito de CVT no distante 1886, e o inglês Clyno já o adotava em 1923. Quem conseguiu fabricá-lo em série de fato, porém, foi a holandesa DAF lhe deu o nome de Variomatic no 600 (foto acima), de 1959. Clique aqui para saber como ele funcionava.

Injeção eletrônica:

A primeira injeção de combustível com comando eletrônico (identificada na foto acima como “brain box”) era o Electrojector e equipou Dodge D500 Chrysler 300D, Plymouth Fury e DeSoto Adventurer de 1958. Era opcional e problemático: rendeu só 35 unidades. A Bendix vendeu a patente à Bosch, que fez a tecnologia decolar nos anos 70.

Carros elétricos:

Hoje cada marca aposta no seu elétrico para os próximos anos. Mas em 1897 havia táxis elétricos em Nova York. Melhor que o motor a gasolina em vibração, ruído e cheiro, o elétrico ganhou destaque em várias marcas, como a Detroit Electric (1907-1939). Na foto acima, um táxi tendo as baterias recarregadas

Célula de combustível:

O princípio teórico existe desde o século 19, porém foi em 1955 que a General Electric retomou a ideia, em parceria com a Nasa. O conceito GM Electrovan (baseado na GMC Handivan) foi em 1966 o primeiro carro a hidrogênio. Atingia 112 km/h e tinha autonomia de 193 km, mas levava apenas dois passageiros – boa parte do habitáculo era ocupado pelos tanques de hidrogênio e oxigênio.

 

Picapinha cabine dupla:

Antes da Fiat Strada, a Engerauto já fazia sua picape leve cabine dupla, a Pampa Duo. Não era um modelo de série, mas uma transformação, comum nos anos 80. Em 2003 a Subaru lançou ainda a Baja, uma picape Outback de quatro portas. E vale notar que as picapes intermediárias atuais, como a Toro, possuem quase o mesmo tamanho das médias (S10 e Ranger) de 20 anos atrás.

 

Suspensão ativa:

Em 1955, a indústria viveu uma revolução com as várias inovações do Citroën DS, como sua suspensão hidropneumática. Esta já trazia o ajuste de altura e o autonivelamento, que hoje se vê na suspensão ativa eletrônica, embora o controle fosse apenas hidráulico.

Motor em W:

Graças a VW Phaeton e Bugatti Veyron, cilindros em W soam como uma das mais recentes inovações da engenharia alemã. Que nada. A configuração já era usada no motor W3 das motos italianas Anzani de 1906 e no W12 (foto acima) da inglesa Napier Lion, de 1917.

Motor mais potente de sua época, com até 1.350 hp com supercharger, ele teve vida longa e diversas versões equipando desde aviões a barcos de corrida. Foi também o responsável pelo recorde de velocidade para automóveis (634 km/h) estabelecido em 1947 pelo protótipo Railton Mobil Special.

Fonte: Quatro Rodas.