SAIBA QUAIS SÃO OS NOVOS PRAZOS PARA A PLACA PADRÃO MERCOSUL PASSAR A VALER EM CADA ESTADO:


Vocês pensaram que as placas padrão Mercosul não renderiam mais notícias, né? Mas olha elas aqui de novo! Após o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) remover os brasões e permitir a diminuição das chapasdesta vez as mudanças foram no prazo para iniciar a implantação das placas. Cada estado recebeu uma nova data.

O prazo anterior era até 1º de dezembro de 2018, após diversas idas e vindas. No Rio de Janeiro já havia começado a valer há algum tempo, mas nos outros dois maiores estados do país, São Paulo e Minas Gerais, a implantação só será obrigatória a partir do último dia do ano.

Confira no cronograma os novos prazos para aderir ao formato divulgado no Diário Oficial da União.

- Rio de Janeiro: Até 3 de dezembro de 2018
- Amazonas, Espírito Santo, Goiás, Pernambuco e Rondônia: Até 10 de dezembro de 2018
- Bahia, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul: Até 17 de dezembro de 2018
- Acre, Alagoas, Maranhão e Paraná e Piauí: Até 24 de dezembro de 2018
- Amapá, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins: Até 31 de dezembro de 2018

Vale lembrar que para quem tem as placas no padrão utilizado até então, não será necessário trocar. Caso o dono do carro queira, o valor varia do Departamento de Trânsito (Detran) de cada estado.

Michel Temer assina Rota 2030 que pode deixar carros mais baratos:

Novo programa do governo permite redução de impostos para veículos híbridos e elétricos.

O presidente Michel Temer assinou nesta quinta-feira (8) o decreto que regulamenta o tão aguardado Rota 2030 durante a abertura oficial do Salão do Automóvel de São Paulo. A medida provisória foi aprovada pelo Senado nesta manhã.

O programa automotivo, que deveria ter sido aprovado ainda no ano passado como substituto do Inovar-Auto, cria um incentivo fiscal de até R$ 2,1 bilhões por ano para que as montadoras invistam em tecnologia e desenvolvimento de produtos no país.

Com isso, as empresas terão mais segurança para fazer investimentos e gerar mais empregos no setor. Em contrapartida, as montadoras deverão investir R$ 5 bilhões ao ano em pesquisas e desenvolvimento para obter os benefícios.
Entre as principais medidas do programa estão novas metas de eficiência energética para os próximos cinco anos, regulamentação das taxações para veículos híbridos e elétricos e a exigência de uma série de equipamentos e testes de impacto para aumentar a segurança nos carros.
 

Passageiros no carro aumentam em 60% o risco de acidentes

 

Estudo realizado pela Ford constata que a companhia de um passageiro pode tirar a atenção do motorista e ou incentivar uma direção mais arriscada

A direção exige cuidado. Não é à toa que o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê, no artigo 169, que os condutores que dirigem sem atenção sejam autuados. A infração leve, sob penalidade de multa, serve para proteger vidas. A Ford publicou um estudo recente que afirma que não é só o celular um dos grandes responsáveis pelos acidentes de trânsito. Transportar passageiros no carro pode aumentar, de acordo com a pesquisa, a chance de acidentes em até 60%.

A interferência causada pelos ocupantes depende de vários fatores, como idade, sexo e relação que eles mantêm como o motorista. O comportamento dos passageiros no carro pode tirar a atenção do motorista, deixá-lo tenso e atrapalhar a condução.

As mulheres apresentam índices mais baixos de direção perigosa. Mas o estudo revelou que, quando elas dirigem com um homem no banco do passageiro, a possibilidade de fazer manobras arriscadas aumenta. De modo geral, todos os motoristas tendem a ser menos atentos e capazes de prever riscos quando há passageiros no carro.

“Os passageiros devem ter consciência de que a sua presença afeta o comportamento do motorista. Eles ajudam a criar o clima da viagem e tanto podem ser tranquilos e prestativos como gerar estresse e má influência”, diz Robson Jardim, supervisor de Operações do Campo de Provas da Ford em Tatuí

A pesquisa listou cinco comportamentos que devem ser adotados pelos passageiros para aumentar a segurança:

  • Seja um navegador útil: adote uma postura ativa durante a viagem, ajudando na localização do caminho, atendendo o telefone e avisando sobre os riscos que se aproximam. Isso de maneira calma, pois gritar pode assustar o motorista.
  • Não distraia o condutor: não fale alto demais ao telefone, nem mude constantemente a música ou comente o modo como ele dirige.
  • Fique acordado: passageiros que dormem durante a viagem podem aumentar a probabilidade de o motorista também pegar no sono.
  • Mantenha as crianças seguras: todos os passageiros no carro devem estar protegidos com cintos de segurança. As crianças, em especial, devem estar em cadeirinhas ou assentos adequados à idade. Com elas seguras, as distrações são reduzidas.
  • Chame a atenção se necessário: os passageiros têm o direito de reclamar caso o motorista esteja dirigindo com imprudência. Mas isso deve ser feito de forma tranquila, para não gerar estresse.
Fonte: Auto Papo/R7

O valor do seguro dos carros mais vendidos do Brasil em agosto:


A Minuto Seguros, uma das principais corretoras de seguro do país e líder no segmento de seguros online, acaba de realizar um estudo com base na lista divulgada pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) com os carros mais vendidos no Brasil em agosto. O Onix, da Chevrolet, teve o seu melhor mês de venda em, pelo menos, mais de 12 meses: foram 21.763 unidades comercializadas, cerca de 29% a mais comparativamente a julho, quando teve 16.856.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, o Onix aumentou as suas vendas em 17,5%, quando teve mais de 18 mil carros emplacados. Outra boa notícia para a Chevrolet foi que o Prisma se manteve na lista dos mais vendidos, ocupando agora a oitava colocação, com 6.119, quase 22% a mais que o mês de julho quando teve 5.016 vendas.

 

HB20, após perder a vice-liderança para o Ford KA, retomou a segunda posição e manteve o crescimento dos últimos meses: saiu de 8.292 em maio, passou para 9.214 em julho e atingiu 10.589 em agosto. Os crescimentos percentualmente foram de 11% e 14%, respectivamente. Já foram mais de 70 mil unidades vendidas em 2018, mas longe ainda do líder Onix, que está próximo das 130 mil vendas.

O terceiro colocado em vendas no mês de agosto e o terceiro carro mais vendido do Brasil, o KA também teve um crescimento de cerca de 6%, mas não pode segurar a forte linha de crescimento do HB20. Em 2018, o Ford KA já comercializou 67.938 unidades. Em comparação com o mesmo período do ano passado, o Ford KA apresentou um importante crescimento de 32%, quando teve 7.631.
 

Consolidando-se entre os carros mais vendidos do Brasil, ArgoKwidNovo Polo voltaram a marcar presença na lista com a 7ª, 6ª e 5ª posição, respectivamente. O Novo Polo, por mais um mês, teve um crescimento nas vendas de 12% (saiu de 5.828 e foi para 6.544 carros vendidos).  Argo e o Kwid também apresentaram crescimento nas vendas, passando de 5.476 e 5.203, para 6.166 e 6.273 veículos emplacados.

O crescimento nas vendas da maioria dos veículos se dá pela quantidade total comercializada: em agosto de 2018 o top 10 carros vendidos atingiu a marca de 85.277 contra 73.416 de julho, ou seja, mais de 10 mil unidades.

Outro ponto interessante no ranking dos mais vendidos foi a saída do Corolla e a entrada de mais um SUV, dessa vez, O Creta, da Hyundai, que ficou na 10ª posição com 5.277 vendas, 24% maior do que as vendas de julho. Já o Corolla, que no mês de julho teve 4.364 carros vendidos, apresentou um aumento para 5.238, mas mesmo assim não consegui figurar entre os 10 mais.
 

Valor do seguro dos carros mais vendidos do Brasil em agosto

Para realizar o estudo, a Minuto Seguros considerou como perfil um condutor homem, de 35 anos e casado. Foram avaliados os preços dos seguros nas capitais de cinco estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Espírito Santo e Bahia.

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Dentro do perfil mencionado, o preço do seguro para o Kwid é o que apresenta a menor diferença entre as capitais cotadas. O valor mais alto está no Rio de Janeiro com R$2.233 e o menor em Florianópolis por R$1.469, uma distância de R$764. No contraponto de diferença de valores, o Compass possui a maior diferença entre estados: R$6.265. A mais alta também no Rio de Janeiro, R$ 8.869, a menor Florianópolis, com R$2.604. Florianópolis é a cidade com seguro mais barato para 90% dos carros analisados – apenas o Creta não entra nessa conta. Por outro lado, o Rio de Janeiro é o local que apresenta os preços mais caros para 100% dos veículos.

carros mais vendidos

FONTE: Minuto seguros
 

                                       Tecnologias e conceitos que parecem novos, mas são bem velhinhos...

Farol direcional:

Desde os anos 20 há faróis que seguem a direção. Antes, era usado um farol central para isso, como no Tatra T87  dos anos 30, ou no Tucker 1948. A partir do Citroën DS de 1967, os dois faróis tradicionais passaram a embutir essa antiga função.

Cinto de 3 pontos:

Por ser um item de segurança, nem impressiona que tenha sido criação da Volvo. Isso em 1959. Até hoje seu projetista, Nils Bohlin (que veio da indústria aeronáutica) é lembrado por isso. O compacto PV 544 foi o primeiro a adotá-lo. A partir dos anos 80, passou a vir também no banco traseiro.

Utilitários superesportivos:

Quando a Porsche lançou o Cayenne, pareceu uma heresia dos novos tempos. Mas não pense que ela foi a primeira marca de esportivos a criar um off-road. Em 1986, a Lamborghini já fazia o brucutu LM002 – ao menos não lhe faltava o típico V12 dos Lambo. Hoje, só a Ferrari parece imune à moda. Até mesmo a Lambo está preparando novamente o seu, batizado de Urus.

Câmbio CVT:

Por aqui coube ao Honda Fit lançar a transmissão continuamente variável em 2003. Porém é velho conhecido dos europeus: a Daimler-Benz patenteou um conceito de CVT no distante 1886, e o inglês Clyno já o adotava em 1923. Quem conseguiu fabricá-lo em série de fato, porém, foi a holandesa DAF lhe deu o nome de Variomatic no 600 (foto acima), de 1959. Clique aqui para saber como ele funcionava.

Injeção eletrônica:

A primeira injeção de combustível com comando eletrônico (identificada na foto acima como “brain box”) era o Electrojector e equipou Dodge D500 Chrysler 300D, Plymouth Fury e DeSoto Adventurer de 1958. Era opcional e problemático: rendeu só 35 unidades. A Bendix vendeu a patente à Bosch, que fez a tecnologia decolar nos anos 70.

Carros elétricos:

Hoje cada marca aposta no seu elétrico para os próximos anos. Mas em 1897 havia táxis elétricos em Nova York. Melhor que o motor a gasolina em vibração, ruído e cheiro, o elétrico ganhou destaque em várias marcas, como a Detroit Electric (1907-1939). Na foto acima, um táxi tendo as baterias recarregadas

Célula de combustível:

O princípio teórico existe desde o século 19, porém foi em 1955 que a General Electric retomou a ideia, em parceria com a Nasa. O conceito GM Electrovan (baseado na GMC Handivan) foi em 1966 o primeiro carro a hidrogênio. Atingia 112 km/h e tinha autonomia de 193 km, mas levava apenas dois passageiros – boa parte do habitáculo era ocupado pelos tanques de hidrogênio e oxigênio.

 

Picapinha cabine dupla:

Antes da Fiat Strada, a Engerauto já fazia sua picape leve cabine dupla, a Pampa Duo. Não era um modelo de série, mas uma transformação, comum nos anos 80. Em 2003 a Subaru lançou ainda a Baja, uma picape Outback de quatro portas. E vale notar que as picapes intermediárias atuais, como a Toro, possuem quase o mesmo tamanho das médias (S10 e Ranger) de 20 anos atrás.

 

Suspensão ativa:

Em 1955, a indústria viveu uma revolução com as várias inovações do Citroën DS, como sua suspensão hidropneumática. Esta já trazia o ajuste de altura e o autonivelamento, que hoje se vê na suspensão ativa eletrônica, embora o controle fosse apenas hidráulico.

Motor em W:

Graças a VW Phaeton e Bugatti Veyron, cilindros em W soam como uma das mais recentes inovações da engenharia alemã. Que nada. A configuração já era usada no motor W3 das motos italianas Anzani de 1906 e no W12 (foto acima) da inglesa Napier Lion, de 1917.

Motor mais potente de sua época, com até 1.350 hp com supercharger, ele teve vida longa e diversas versões equipando desde aviões a barcos de corrida. Foi também o responsável pelo recorde de velocidade para automóveis (634 km/h) estabelecido em 1947 pelo protótipo Railton Mobil Special.

Fonte: Quatro Rodas.